domingo, 13 de abril de 2008

LEI “MARIA DA PENHA”




Em vigor, ela garante mecanismos de defesa mais abrangentes para mulheres vítimas de violência doméstica.

Promulgada em 7 de agosto de 2006 e em vigor desde setembro do mesmo ano, a Lei 11.340/06 ganhou o apelido de Lei Maria da Penha em homenagem à biofarmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes.

É uma lei especial para ser aplicada em casos de violência doméstica e garante mecanismos especiais às mulheres vítimas de agressão pelo marido ou parceiro.

A Lei impede, por exemplo, o encaminhamento do processo ao Juizado Especial – onde muitos dos casos acabam com o agressor pagando cestas básicas.

Também aumenta a pena para o agressor.

Antes estabelecida em de 6 meses a um ano, passa a ser de três meses a três anos.

Entre outros direitos especiais da Lei, estão a exigência da abertura de processo em caráter urgente, a inclusão da mulher em serviços de proteção e a garantia de acompanhamento por um policial caso a vítima precise ir à sua casa buscar seus pertences.

Além disso, a lei permite ao juiz impor ao agressor restrições imediatas, como perda do porte de arma e proibição de se aproximar da vítima ou dos filhos do casal.

Conheça a história de Maria da Penha, a mulher que lutou por quase 20 anos para ver seu agressor na cadeia e deu nome à lei especial cntra a violência doméstica

Maria da Penha Maia Fernandes, biofarmacêutica cearense, hoje com 61 anos, fez da sua tragédia pessoal uma bandeira de luta pelos direitos da mulher e batalhou durante 20 anos para que fosse feita justiça.

O seu agressor, o professor universitário de economia Marco Antonio Herredia Viveros, era também o seu marido e pai de suas três filhas.

Na época ela tinha 38 anos e suas filhas idades entre 6 e 2 anos.

Na primeira tentativa de assassinato, em 1983, Viveros atirou em suas costas enquanto ainda dormia, alegando que tinha sido um assalto.

Depois do disparo, foi encontrado na cozinha, gritando por socorro.

Dizia que os ladrões haviam escapado pela janela.

Maria da Penha foi hospitalizada e ficou internada durante quatro meses. Voltou ao lar paraplégica e mantida em regime de isolamento completo.

Foi nessa época que aconteceu a segunda tentativa de homicídio: o

marido a empurrou da cadeira de rodas e tentou eletrocutá-la

embaixo do chuveiro.

Herredia foi a júri duas vezes: a primeira, em 1991, quando os advogados do réu anularam o julgamento. Já na segunda, em 1996, o réu foi condenado a dez anos e seis meses, mas recorreu.

Com a ajuda de diversas ONGs, Maria da Penha enviou o caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), pela demora injustificada em não se dar uma decisão ao caso.

Após as tentativas de homicídio, Maria da Penha começou a atuar em movimentos sociais contra violência e impunidade e hoje é coordenadora de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV) no Ceará.

A história de Maria da Penha pode ser conhecida na biografia que escreveu em 1994, intitulada “Sobrevivi... Posso contar”.

Hoje ela atua junto à Coordenação de Políticas para as Mulheres da prefeitura de Fortaleza e é considerada símbolo contra a violência doméstica e batizou a Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, sancionada pelo presidente Lula, no dia 7 de agosto de 2006.

PESQUISA e FORMATAÇÃO: Mima (Wilma) Badan

mimabadan@hotmail.com

DIVULGUE A LEI “MARIA DA PENHA”!!!

Você poderá auxiliar alguém que esteja sofrendo violência doméstica e não sabe o que fazer.

ANGELINA JOLIE + CHILDREN+ Uma grande mulher





A morte liberta o escravo,
A morte submete o rei e papa
E paga a cada um seu salário,
E devolve ao pobre o que ele perde
E toma ao rico o que ele abocanha.
Hélinand de Froidmont,

em ‘Os Versos da Morte’
Um só planeta,
dois mundos tão distantes...
Porém, há tantos que despertam
e adormecem com fome...

A Terra produz o suficiente para todos.
Políticos de um partido qualquer,
comemoram uma vitória qualquer,
numa eleição qualquer...
Que diferença faz...?

Cada vez mais imersa em escândalos,
falcatruas e no seu eterno teatro
de vaidades, a política partidária se
distancia cada vez mais daqueles a
quem deveria servir: o povo...

As bolsas de valores comemoram os
crescentes lucros obtidos com rentáveis ações.

É a festa dos ricos, cada vez mais ricos...

Enquanto isso, no outro extremo, a vã
espera por qualquer resto, migalha ou
sobra que possa atenuar a fome...

Que cruel abismo é este que construímos...?

De um lado, o consumo desenfreado,
E do outro, nada para consumir...
Como a vida é frágil, se a abandonam...
Separados pelo abismo, dois mundos diferentes:
- de um lado, o nosso mundo,
o dos abençoados pelo destino;

- do outro, o triste mundo da grande
maioria de excluídos, esquecidos,
ignorados pelo destino...

Enquanto a maioria prefere ignorar
o que se passa do outro lado do abismo,
existem, - ainda bem -, aqueles
que enxergam além, se preocupam, e
tentam construir pontes.

E uma destas pessoas se chama Angelina,
‘pequeno anjo’ em italiano.

O que leva uma jovem atriz a abdicar de
todo conforto, e viajar meio mundo para
aliviar com seu abraço um coração entristecido...?

O garoto africano, de sete anos de idade,
traumatizado pelos tantos conflitos tribais
que já presenciou, vive excessivamente
agitado, motivo pelo qual sua família o
mantém amarrado o tempo todo.

Durante a visita, diante do carinho e do
abraço, aquietou-se...

Há sete anos envolvida em trabalhos
humanitários, Angelina Jolie conta que
durante os primeiros dois anos chorava
continuamente durante as viagens.

Hoje, diz que aprendeu a controlar melhor o sentimento de desespero diante de tamanha miséria, e que busca meios que viabilizem uma solução para os tantos problemas encontrados.

Como embaixadora da boa vontade das Nações Unidas, ela tem percorrido dezenas de países:

Chade, Costa Rica, Índia, Paquistão, Líbano, Sudão, Tailândia, Sri Lanka, Tanzânia, Equador, Namíbia, Camboja, Serra Leoa, entre outros.

A primeira pessoa a ser agraciada com o título de “Cidadã do Mundo”, conferido pelas Nações Unidas.

Na foto ao lado, em Nova Delhi, Índia, durante uma visita a crianças refugiadas afegãs.

Ajudando a construir cabanas para refugiados, na Tanzânia.

“Eu não me sinto apenas americana, mas também cidadã do mundo.”

Angelina Jolie foi escolhida pela revista Time como a segunda mulher mais influente do globo.

Além de emprestar sua imagem, e doar seu tempo e dinheiro a refugiados e órfãos, ela procura levar a realidade que vivencia nas suas viagens até os líderes mundiais e governantes dos países ricos, propondo soluções e cobrando ações.

Segundo a reportagem da revista Time, doa um terço de seus rendimentos em prol das causas humanitárias.

Chamar a atenção do mundo às causas humanitárias, envolvendo-se intensamente em cada projeto, também tem seus riscos.

Enquanto visitava Angola juntamente com a Unicef, após a guerra em 2002, foi contaminada gravemente pela malária, chegando a quase perder a audição.

Na época, ao comentar o episódio numa entrevista, afirmou:

“Existem alguns riscos que são dignos de se correr, porém o medo de riscos é indesculpável.

Você tem que defender aquilo em que você acredita.”

Numa outra entrevista, ela afirma que durante a adolescência era um tanto rebelde, e que não conseguia se imaginar constituindo família algum dia. Acrescenta que a oportunidade de colaborar para uma causa mais nobre mudou toda a sua maneira de enxergar a vida.

“O que eu tenho feito tem me dado uma nova perspectiva e me levado a descobrir um outro mundo, de dor e medo.

Alcançar o próximo me conduziu a uma vida de significado”.

Certa vez, interrogada por um jornalista sobre as suas motivações humanitárias, respondeu:

Com Maddox, um de seus três filhos adotivos.

"Gostaria que Maddox se recordasse de mim não apenas como uma atriz que atuou bem e que por isso ganhou prêmios, mas também como alguém que se preocupou com os outros e que fez, ou que pelo menos tentou, com que o mundo fosse melhor para os outros".

Angelina representa este momento de ressaca e digestão dos tempos de excesso, em que questões antes tidas como públicas viram responsabilidade pessoal.

Camila Piza, psicóloga

Sexy sem ser vulgar, Angelina concentra a versatilidade do papel feminino contemporâneo. Suas mil faces não deixam espaço para a imagem certinha. É o novo tipo de celebridade. Enfim, uma heroína de carne e osso.

Dario Caldas, sociólogo

Guerreira e frágil, a diva ambígua constrói, com um velho coração maternal, uma nova família multiracial.

Revista Veja

Uma heroína com os olhos voltados para o mundo real, que ela tenta melhorar com compaixão e bravura.

As premiações, o Oscar e o Globo de Ouro que ela acumula, os filmes e os festivais... Tudo isso passará...

Porém, o amor, a solidariedade, a generosidade e a compaixão... São estes os bens eternos, que para sempre acompanharão aqueles que os manifestam...
Érico Veríssimo

Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.

sábado, 12 de abril de 2008

"Felicidade dos simples"



(Paulo Roberto Gaefke)

Mais que amor, devemos querer respeito aos nossos sentimentos, mais que amizades,devemos buscar a cumplicidade de um olhar amigo, mais que pais amigos, o aconchego de uma família,

...mais que a escola, a sabedoria e a satisfação de aprender, mais do que ler um livro, viajar na história, ter prazer, mais do que a emoção, viver a situação com a razão.

Hoje, caminhamos como cegos em busca da felicidade, ouvindo rumores aqui e ali, uns dizem que a felicidade está lá, no meio de um monte de bens materiais, mas depois de muito consumo, nos pegamos no vazio...

Outros dizem que a felicidade está aqui, no calor de um relacionamento e da paixão,
mas a paixão passa e a felicidade não fica.

Existem os que afirmam que a felicidade está na religião, mas as religiões não se acertam, discutem, brigam, cada uma se diz melhor que a outra, e a felicidade confusa, vai embora...

Busque em seu interior o segredo da felicidade dos simples, aquela que pede apenas que você respeite os seus limites...

...não fale mais do que deve, não comente o que não sabe, não gaste além das suas posses, não deseje o que não lhe pertence...

...não aceite situações que ferem a sua consciência, não entregue seus sonhos
nas mãos de ninguém, seja sempre, o construtor e o guia dos seus desejos.

Busque a religiosidade que te liga ao Criador, de maneira simples, como Jesus sempre foi.

Agradeça tudo, o pão, a vida e a misericórdia, agradeça até o que não entendeu, pois muitas vezes, o que parece um desgosto, um erro, é na verdade a salvação.

Quantos já perderam um passeio que acabou em tragédia?

Quantos não adoeceram e evitaram acontecimentos piores?

Quantos relacionamentos terminaram para nascer um grande amor?

Porquanto não sabemos o que é realmente melhor para nós.

Devemos afastar as lamentações e agradecer sempre, não desistir nunca, e mesmo diante de uma cortina de lágrimas, seguir adiante, em busca do que acreditamos.

Assim, a felicidade se mostra mais simples do que imaginamos, porque ser feliz é um estado íntimo e pessoal, é algo que podemos dividir, mas jamais tirar de alguém para nosso próprio uso.

Felicidade se conquista

todos os dias...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Um Belo Coração



(sem menção do autor)

Um jovem estava no centro da cidade, proclamando ter o coração mais belo da região. Uma multidão o cercou e todos admiraram o seu coração. Não havia marca ou qualquer outro defeito. Todos concordaram que aquele era o coração mais belo que já tinham visto. O jovem ficou muito orgulhoso por seu belo coração.

De repente, um velho apareceu diante da multidão e disse: "Por que o coração do jovem não é tão bonito quanto o meu?" A multidão e o jovem olharam para o coração do velho, que estava batendo com vigor, mas tinha muitas cicatrizes. Havia locais em que pedaços tinham sido removidos e outros tinham sido colocados no lugar, mas estes não encaixavam direito, causando muitas irregularidades.
Em alguns pontos do coração, faltavam pedaços.

O jovem olhou para o coração do velho e disse:
"O senhor deve estar brincando... Compare nossos corações. O meu está perfeito, intacto e o seu é uma mistura de cicatrizes e buracos!"
"Sim! - disse o velho. Olhando, o seu coração parece perfeito, mas eu não trocaria o meu pelo seu."

Veja, cada cicatriz representa uma pessoa para a qual eu dei o meu amor.
Tirei um pedaço do meu coração e dei para cada uma dessas pessoas.
Muitas delas deram-me também um pedaço do próprio coração para que eu colocasse no meu, mas, como os pedaços não eram exatamente iguais, há irregularidades.

Mas eu as estimo, porque me fazem lembrar do amor que compartilhamos.
Algumas vezes, dei pedaços do meu coração a quem não me retribuiu. Por isso, há buracos.
Eles doem. Ficam abertos, lembrando-me do amor que senti por essas pessoas...
Um dia espero que elas retribuam, preenchendo esse vazio. E então, jovem?
Agora você entende o que é a verdadeira beleza?

O jovem ficou calado e lágrimas escorriam pelo seu rosto. Ele
aproximou-se do velho.
Tirou um pedaço de seu perfeito e jovem coração e ofereceu ao velho, que retribuiu o gesto. O jovem olhou para o seu coração, não mais per feito como antes, mas mais belo que nunca. Os dois se abraçaram e saíram caminhando lado a lado.

Como deve ser triste passar a vida com o coração intacto.

Deus e o amor do homem




(sem menção do autor)

Um homem chegou até o filósofo Ramanuja, e pediu:

- Mostre-me o caminho até Deus.

- Você já se apaixonou por alguém? – perguntou Ramanuja.

- Apaixonar-me? O que o grande mestre quer dizer com isso?
Eu prometi a mim mesmo jamais me aproximar de uma mulher, fujo delas como quem tenta escapar de uma doença.
“Eu sequer as olho: quando passam, fecho os meus olhos.”

- Procure voltar ao seu passado, e tentar descobrir se nunca, em toda a sua vida, houve algum momento de paixão que deixasse seu corpo e seu espírito cheios de fogo.

- Vim até aqui para aprender como rezar, e não como me apaixonar por uma mulher. Quero ser guiado até Deus, e o senhor fica insistindo em me conduzir até os prazeres do mundo?
Não entendo o que deseja me ensinar.

Ramanuja ficou em silêncio por alguns minutos, e finalmente disse:

- Não posso ajudá-lo. Se você ainda não teve uma experiência de amor, você nunca conseguirá experimentar a paz de uma oração. Portanto, volte para sua cidade, apaixone-se, e só me procure novamente quando sua alma estiver cheia de momentos felizes.

“Apenas uma pessoa que entende o amor, pode entender o significado da oração. Porque o amor por alguém é uma prece dirigida ao coração do Universo, uma prece que Deus colocou nas mãos de cada ser humano como um presente.”

quarta-feira, 9 de abril de 2008

AGORAS



Terezinha Passos


Você já se arrependeu de em determinadas circunstâncias não ter tomado atitudes que viessem, de alguma forma, melhorar a sua vida?

Clarice Lispector, em "Aprendendo a Viver" sabiamente comenta que todos nós, quando fazemos exame de consciência, lembramo-nos de vários “agoras” que foram perdidos e que não voltam mais.

Que o arrependimento de não ter tido, não ter sido, não ter feito, não ter aceito, costuma ser doloroso e profundo.

Na realidade o que nos impede, na maioria das vezes, de ter o que queremos, ser o que sonhamos, fazer o que pensamos e aceitar com o coração é a ousadia que não cultivamos.

A ousadia é, geralmente, escrava do medo...

Quantas vezes perdemos a oportunidade de sermos felizes, pelo medo de ter ousadia de amar?

Medo de ousar porque o objeto do amor era mais bonito, mais alto, mais rico, mais jovem, mais velho, mais culto...
e aí ...o tempo passou e o agora também...

Quantas vezes perdemos a oportunidade de realizar um grande sonho, por não termos coragem de ousar, de arriscar, deixando para depois ou para mais tarde o que deveria ser naquele agora...

Quantas vezes não pronunciamos, no momento oportuno, as palavras que gostaríamos de dizer, pelo medo de parecermos ridículos e imaturos?

Quantas vezes ficamos porque tivemos medo de partir?

Quantas vezes partimos, porque tivemos medo de ficar?

Quantas vezes dizemos baixinho o que, na realidade, gostaríamos de gritar?

Quantos agoras perdemos esquecendo que o risco pode ser a salvação de muitas alegrias de nossas vidas.

O medo que nos impede de sermos ousados agora, também está nos impedindo de vermos a linda pessoa que poderemos ser...

Não deixemos que nossos momentos passem...

terça-feira, 8 de abril de 2008

Chutando o Balde



Sílvia Schmidt

Eu venho por meio desta comunicar oficialmente minha exoneração do cargo de adulto.

Eu declaro que quero aceitar as responsabilidades de alguém de 8 anos novamente.

Eu quero ir ao McDonald's e achar que estou num restaurante 5 estrelas.

Eu quero mergulhar em sanduíches, lambuzar-me todo e soprar no copo de refrigerante com o canudinho.

Eu quero pensar que biscoitos são melhores do que moedas porque eu posso comÊ-los.

Eu quero me esticar debaixo de uma grande árvore e esgotar limonadas com amigos num dia de sol daqueles!

Eu quero voltar ao tempo em que a Vida era mais simples.

Voltar ao tempo dos lápis de cor, das tabuadas,dos contos de crianças, das coisas que não me estressavam, que pouco me incomodavam.

Tempo em que tudo que eu sabia era ser feliz, sem todas aquelas coisas que dão preocupações e chateiam!

Eu quero pensar que o mundo é justo, que todas as pessoas são honestas e boas!

Eu quero acreditar que tudo é possível !

Eu quero largar as complexidades da vida e ficar tremendamente feliz com pequenas coisas.

Eu quero ser simples outra vez !

Eu não quero que meus dias sejam cheios de computadores travados, montanhas de papeladas e notícias deprimentes.

Não quero pensar em como sobreviver até o dia do pagamento nem calcular o quanto resta no banco.

Quero esquecer as pílulas do analista, as fofocas, as doenças e o medo de perder os meus queridos.

Eu quero acreditar no poder de sorrisos, dar muitos abraços, acreditar em justiça, em amáveis palavras, em verdades, em paz, em sonhos !

Eu quero acreditar no amor, na imaginação, na gentileza humana e quero desenhar anjos na areia !

Portanto ...

Aqui estão meu talão de cheques, minha carteira,as chaves do carro, meus cartões de crédito e meus 901KB de arquivos de preocupações !

Eu estou desertando oficialmente da minha condição de adulto !

E se você quiser discutir isso mais tarde, corre, vê se me acha e vem me pegar !

Eu já te peguei primeiro!